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Um ano para dizer Sim!

O novo ano chinês começou a 28 de janeiro de 2017.
Uma prova de que na vida há sempre uma segunda oportunidade e se as resoluções do novo ano, que entre nós, começou a dia 1 já caíram por terra, nunca é tarde para as retomar e persistir nos objetivos que por algum motivo traçámos para nós próprios.

Sim a 2017, com todas as contrariedades que ele possa apresentar!

Sim aos outros

Quantas vezes rejeitamos convites dos amigos e da família? Porque “está frio”, porque “estamos com preguiça”, porque “é longe”, porque “o dia foi cansativo”.
Dou por mim a pensar, que sorte é ter quem nos procura e quem quer estar connosco.
E quando dizemos que sim, esses momentos são tão bons! As gargalhadas, as piadas e as histórias, até mesmo as repetidas, a troca de ideias, aquele pequeno reconforto quando as coisas não vão muito bem. É tudo aquilo que levamos de melhor!

Sim a mim mesma

Todos nós, e falo sobretudo para “todas”, quantas vezes nos questionamos sobre o nosso aspeto, sobre as nossas escolhas, sobre o que fazemos?
Pois bem. A imperfeição é humana e não há mal nenhum nisso.
Os dias com mais olheiras, com o cabelo que não quer ir para o sitio certo, com uma gordura a mais ou até mesmo a menos – são normais e acontecem com todos.
Crises existenciais, dúvidas, desejos súbitos de mudança: mostram que estamos vivos e despertos para o mundo.
Por isso sim, aceito-me com os meus defeitos e as minhas qualidades, com as minhas dúvidas e as minhas certezas!

Sim aos desafios

Vocês que me acompanham sabem que desafios, aventura e tudo que seja diferente é comigo! E quando meto uma coisa na cabeça é para ir em diante. Estipulei um desafio, já falei nele numa entrevista que dei à Flash, (fazer uma viagem sozinha de mota pela Islândia com uma equipa a acompanhar-me a filmar a aventura). Mas a cabeça não pára e muitos mais desafios hei-de fazer, costumo dizer que o céu é o limite… O importante é não parar ou acomodarmo-nos, porque são estes momentos que depois ficam!

Sim ao tempo para mim mesma

Sabem aqueles momentos em que queremos estar sossegados, sozinhos, a ouvir uma música, ver um filme, ou simplesmente não fazer nada? Isso mesmo. Pode parecer um contra-senso em relação ao “sim aos outros”, mas um bom equilíbrio entre um tempo para nós próprios e para estarmos com quem gostamos é o ideal.

Sim à vida tal como ela é

Muitas vezes não damos conta do valor daquilo que temos. A verdadeira felicidade pode ser aceitar e apreciar o que a vida nos proporciona/aquilo que já temos. E termino com a frase do célébre escritor do “Principezinho”, Antoine de Saint-Exupéry: “Se queres compreender a palavra felicidade, entende-a como recompensa e não como fim”.

É por isso que este ano decidi dizer sim!

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